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OpenAI e Microsoft fecham acordo com teto de US$ 38 bilhões para repartição de receitas; o que poderia gerar uma economia de US$ 97 bilhões até 2030

A OpenAI e a Microsoft finalizaram revisões significativas em seu acordo de repartição de receitas, segundo o The Information. De acordo com os novos termos, o teto total para a repartição de receitas da OpenAI para a Microsoft foi fixado em US$ 38 bilhões.
O acordo original previa uma participação de 20% nas receitas para a Microsoft, com pagamentos totais potenciais chegando a US$ 135 bilhões caso as metas de longo prazo fossem atingidas. De acordo com o acordo revisado, se a OpenAI mantiver o alto crescimento previsto, poderá economizar cerca de US$ 97 bilhões em custos até 2030. Isso aliviaria a pressão financeira sobre a diretora financeira Sarah Friar e daria à OpenAI maior independência de capital a longo prazo.
À medida que os laços financeiros se aprofundam, a relação estratégica entre as duas empresas também está sob escrutínio jurídico. No julgamento em andamento “Musk x OpenAI”, o CEO da Microsoft, Nadella, prestou depoimento pela primeira vez na última segunda-feira. Nadella afirmou claramente que Musk nunca levantou com ele qualquer preocupação sobre o investimento da Microsoft violar potencialmente termos ou compromissos especiais.
Em outubro do ano passado, a participação da Microsoft na OpenAI estava avaliada em cerca de US$ 135 bilhões, gerando um lucro não realizado de até US$ 122 bilhões (aproximadamente ¥83 bilhões). O estabelecimento desse teto para a divisão de receitas marca uma nova fase no equilíbrio de interesses dentro da maior parceria de capital em IA do mundo. Isso garante o retorno do investimento da Microsoft, ao mesmo tempo em que libera mais recursos para P&D e operações da OpenAI, permitindo que ela concorra no campo da IA generativa. Essa estrutura reformulada de repartição de lucros não apenas estabiliza as expectativas financeiras dos principais desenvolvedores de modelos de grande porte, mas também estabelece um precedente valioso para o caminho de monetização sustentável do setor daqui para frente.
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