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A Microsoft Forms forma uma equipe de ponta em IA com o Allen Institute para diversificar além da OpenAI

As ambições da Microsoft no campo da Inteligência Artificial Geral (AGI) estão ficando cada vez mais claras. A empresa conquistou recentemente uma grande vitória no recrutamento, atraindo uma equipe de pesquisa de ponta do prestigiado Allen Institute for AI (AI2) e da Universidade de Washington. Liderada pelo ex-CEO do AI2, Ali Farhadi, essa equipe passará a integrar a recém-criada divisão “Superinteligência” da Microsoft.
Um encontro de grandes talentos: pesquisadores de código aberto de renome mudam de empresa
A lista de pesquisadores que estão chegando parece um elenco de “estrelas” da IA:
Líder principal: Ali Farhadi, renomado especialista em visão computacional que supervisionou o lançamento de mais de 100 modelos no AI2 em um único ano.
Pioneira em código aberto: Hannah Hajishirzi, colíder do influente projeto de código aberto de modelos de linguagem de grande porte, o OLMo.
Especialista em multimodalidade: Ranjay Krishna, que liderou o desenvolvimento de modelos multimodais importantes, como o Molmo.
A chegada desses estudiosos não apenas reforça as capacidades da Microsoft no desenvolvimento de modelos fundamentais, mas também traz para o grupo a filosofia de treinamento estabelecida e eficiente do AI2 de “fazer mais com menos”.
Essa jogada estratégica tem um alcance profundo. Apesar de sua forte parceria com a OpenAI, a Microsoft busca ativamente fortalecer suas capacidades de desenvolvimento interno à medida que a dinâmica competitiva evolui.
Ao reunir essa equipe de “Superinteligência”, a Microsoft visa construir seu próprio sistema de “superinteligência humanística”, mais seguro e controlável, ao mesmo tempo em que mantém sua parceria externa. Na corrida pelo poder de computação contra o Google e a Amazon, o forte histórico de código aberto dessa equipe pode ser crucial para a Microsoft alcançar maior independência e flexibilidade em recursos computacionais.
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